Amigos quero compartilhar com vocês, este tão significante poema do nosso conterrâneo gaúcho Mário Quintana.
"Que esta minha paz e este meu amado silêncio não iludam a ninguém.
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta,
nem, tampouco, a paz compulsória dos cemitérios.
Acho-me relativamente feliz, porque nada de exterior me acontece...
Mas, mas em mim, na minha alma, pressinto que vou ter um terremoto."
Beijos
Angélica
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
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