Galera, passo rapidamente para registrar que ontem nasceu minha priminha, a Laura, com 4.300 kg, enorme, cabeluda e muito linda. A Alícia acha que é uma boneca... Foi um momento de muita emoção para toda a família... e perguntam onde a Angélica estava neste momento? Adivinham? Trabalhando...
Laurinha linda, nunca esqueças, a tia Gé loka estará sempre aqui.
Beijos a todos
Angélica
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Boa notícia!
Conforme a Dra. Suzete, o Lacom já está de posse de um equipamento novo, a plataforma de equilíbrio. A aquisição deste equipamento foi um grande passo para o Lacom, porém somente o primeiro, muitos ainda devem ser dados. Isso é mais uma prova de que, quando trabalhamos acreditando no que estamos fazendo e não desistimos, vale a pena. Falo isso, pois há poucos anos atrás tinhamos apenas dois alvos (um muito bem pintado...), porém sobravam projetos e dedicação. Realmente Dra., é difícil não se emocionar, quando vivemos uma missão (ajudar "nossa" família (Lacom) a produzir conhecimento qualificado para a área) e esta missão começa a se concretizar. Agora, é seguir mandando bala!
Beijos
Angélica
Beijos
Angélica
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Discussão do cap. de Chiviacowsky 2!
Comentário da Camila
"Uma pequena contribuição acerca do CR sumário.
Bom gente, o CR sumário existe quando a informação é dada a cerca de uma série de tentativas, após a execução de uma última tentativa. ÃH?
Ou seja, supomos que eu, Camila, estou testando a Lú Toaldo numa tarefa de timing, a do teclado mesmo, e estipulei que o CR será dado num número de 5 tentativas.
Ao final do primeiro bloco, de dez tentativas geralmente, eu dou o CR para a Lú Toaldo sobre suas cinco tentativas do primeiro bloco de tentativas.
Assim, já podemos observar que neste tipo de arranjo pode haver certa dificuldade do aprendiz para “entendê-lo”, pois talvez, ele não vá associar a informação (o resultado da ação) com a localização temporal do CR (“lembrar”da tentativa).
Com relação á eficácia desse tipo de CR, alguns estudos (Lavery e Suddon, 1962) apontaram que quanto maior o fornecimento desse, 10 ou 15 tentativas, melhor seria o desempenho nas fases de transferência e retenção.
Porém, em estudo com mesmo delineamento experimental (Schmidt, Lange e Young, 1990) agora utilizando uma tarefa mais elaborada, o grupo que recebeu menor quantidade de CR, foi superior ao outro.
Nesse contexto, outros estudos surgiram, e obtiveram resultados semelhantes, mesmo que, com a utilização de diferentes tarefas.
A explicação nesses estudos, para essas discrepâncias de resultados, é a de exista uma FAIXA ÓTIMA do fornecimento desse CR sumário durante a prática.
Ou seja, essa faixa, nada mais seria do que a freqüência do fornecimento do mesmo, fazendo-nos perceber que de modo geral, existe uma estreita relação entre o CR sumário e os efeitos da freqüência relativa de CR.
Em tese, o “SEGREDO” é a freqüência do fornecimento seja sumário, médio, auto... E por ai vai...
Espero ter ajudado e contribuído de alguma forma, desculpem-me a “brevidade”, mas uma “dissertação” me espera, e ás vezes até me chama, me acorda... Essas coisas!
Bom findi á todos, e bom Carnavalzito também!"
"Uma pequena contribuição acerca do CR sumário.
Bom gente, o CR sumário existe quando a informação é dada a cerca de uma série de tentativas, após a execução de uma última tentativa. ÃH?
Ou seja, supomos que eu, Camila, estou testando a Lú Toaldo numa tarefa de timing, a do teclado mesmo, e estipulei que o CR será dado num número de 5 tentativas.
Ao final do primeiro bloco, de dez tentativas geralmente, eu dou o CR para a Lú Toaldo sobre suas cinco tentativas do primeiro bloco de tentativas.
Assim, já podemos observar que neste tipo de arranjo pode haver certa dificuldade do aprendiz para “entendê-lo”, pois talvez, ele não vá associar a informação (o resultado da ação) com a localização temporal do CR (“lembrar”da tentativa).
Com relação á eficácia desse tipo de CR, alguns estudos (Lavery e Suddon, 1962) apontaram que quanto maior o fornecimento desse, 10 ou 15 tentativas, melhor seria o desempenho nas fases de transferência e retenção.
Porém, em estudo com mesmo delineamento experimental (Schmidt, Lange e Young, 1990) agora utilizando uma tarefa mais elaborada, o grupo que recebeu menor quantidade de CR, foi superior ao outro.
Nesse contexto, outros estudos surgiram, e obtiveram resultados semelhantes, mesmo que, com a utilização de diferentes tarefas.
A explicação nesses estudos, para essas discrepâncias de resultados, é a de exista uma FAIXA ÓTIMA do fornecimento desse CR sumário durante a prática.
Ou seja, essa faixa, nada mais seria do que a freqüência do fornecimento do mesmo, fazendo-nos perceber que de modo geral, existe uma estreita relação entre o CR sumário e os efeitos da freqüência relativa de CR.
Em tese, o “SEGREDO” é a freqüência do fornecimento seja sumário, médio, auto... E por ai vai...
Espero ter ajudado e contribuído de alguma forma, desculpem-me a “brevidade”, mas uma “dissertação” me espera, e ás vezes até me chama, me acorda... Essas coisas!
Bom findi á todos, e bom Carnavalzito também!"
Discussão do cap. de Chiviacowsky
Galera, para facilitar a discussão vou postar os comentários da Lú e da Camila em posts! Fiquem a vontade para discutir. Beijos
Comentário da Lú
"Gé começando a discussão do capitulo com o Titulo:
FREQÜÊNCIA DE CONHECIMENTO DE RESULTADO E APRENDIZAGEM MOTORA: LINHAS ATUAIS DE PESQUISA E PERSPECTIVAS. (Suzete Chiviacowsky, Fonte: TANI, Go. Comportamento Motor: aprendizagem e desenvolvimento. Primeiramente gostaria de parabenizar a autora deste capitulo, pois a leitura deste é bastante didática e de fácil compreensão. O que possibilita, principalmente para aqueles iniciantes na linha de pesquisa da Aprendizagem Motora (AM) compreenderem bem o conteúdo do mesmo.
A autora inicia o cap. abordando um pouco da linha de pesquisa da AM e quando fala sobre os fatores que a afetam evidencia o que abordará no desenrolar do cap.. Este é, o famoso “FEEDBACK”, o qual a meu ver é de extrema importância e tenho muita afinidade e curiosidade de o estudar.
Em seguida ocorre a diferenciação do que é Conhecimento de Resultado (CR) e Conhecimento de Performance (CP). Ambos são tipos de feedback e o que os diferencia é o momento de apresentação. Enquanto o CR diz respeito à informação fornecida sobre a resposta do movimento, o CP diz respeito ao padrão de movimento.
Neste momento me surgiu uma duvida, qual será o melhor, o CR ou o CP? Acredito que isto deve ter muito a ver com o tipo de tarefa e as demais variáveis manipuladas, no entanto gostaria de alguma ajuda de alguém mais entendido no assunto.
Posteriormente a autora comenta que o CR é uma variável que serve como fator motivacional, orienta a uma resposta apropriada do movimento e etc. Por isso este é importante na aprendizagem.
No próximo subtítulo o assunto são as linhas de pesquisas atuais sobre o CR. O resultado encontrado em alguns estudos é de que, ao contrário do que se acreditava antigamente, grupos com freqüências de CR menores durante a aquisição são apresentam melhores resultados em testes de retenção e transferência do que os grupos com freqüências maiores de CR na aquisição. Uma das explicações é de que freqüências aumentadas geram dependência no aprendiz e quando os indivíduos são submetidos a testes em que o CR não é fornecido eles não conseguem realizar a tarefa tão bem quanto o outro grupo com freqüências reduzidas.
É importante analisar que estes estudos se preocuparam apenas em testar uma habilidade. No entanto, testando o PMG, que diz respeito a classe de movimentos, os resultados também são favoráveis a freqüências diminuídas de CR.
Quando falamos em estudos que investigaram diferentes PMG na mesma tarefa relacionando com a interferência contextual (prática randômica) também freqüências menores de CR foram mais positivas. Resumindo, freqüências menores de CR foram benéficas em todos os tipos apresentação de tarefas.
O próximo subtítulo fala sobre outra forma de apresentar o CR que á faixa de amplitude. Pode ser uma freqüência reduzida e decrescente ou uma freqüência aumentada. De acordo com os estudos citados, a maioria encontrou resultados favoráveis a fornecimento de freqüências reduzidas de CR, uma vez que isto possibilita ao aprendiz não ficar dependente do que o experimentador tem a informar.
Quanto ao CR decrescente estudos ainda não confirmam a sua eficácia, sendo que a idéia de fornecer mais feedback no início da aprendizagem e à medida que acontece a pratica se reduz o fornecimento de CR por mim é bastante aceita. Uma duvida que fica é será que não encontraram resultados conclusivos pois foram utilizadas tarefas experimentais com pouca validade ecológica? Porque penso que se tu tem mais tempo para deixar o aprendiz praticar talvez de certo reduzir o fornecimento de CR, será????
Outra freqüência de CR é o CR sumário que de acordo com a autora possui um efeito bastante positivo. Eu não tenho muito a falar sobre ele, pois não lembro se já li algum artigo que o utilizava. Alguém pode contribuir?
O seguinte é o CR Médio, o qual muitos estudos não mostram beneficio de se utilizar.
Em seguida temos o CR auto-controlado, o qual acredito ser o melhor. Uma vez que o aprendiz só solicita CR quando acha necessário. A grande questão é saber se o individuo sabe quando necessita de CR. Estudos mostram que em adultos é benéfico se utilizar deste tipo de CR, porém os resultados com crianças já não são tão conclusivos quanto a seu beneficio.
O subtítulo seguinte fala das hipóteses explicativas do beneficio do CR (Hipótese da especificidade ou similaridade, da Instabilidade ou Maladaptive short-term corretions, da orientação ou guidance hypothesis), sendo a que a mais aceita é a Hipótese da orientação que defende que freqüências aumentadas de CR geram dependência no aprendiz.
Em seguida são apresentadas duas perspectivas de pesquisa futuras, uma diz respeito àquelas que seguirão a pesquisa dentro do paradigma vigente tentando utilizar tarefas mais complexas, uma vez que a maioria dos estudos utiliza tarefas simples. E a outra é utilizando o novo paradigma, isto é das Ciências da complexidade (Sistemas dinâmicos), que considera fatores de acaso, desordem, incerteza e instabilidade além de defender a ação mutua durante a aquisição de habilidades motoras do feedback negativo e do positivo. Assim perturbação (instabilidade)+Feedback negativo(neutralizados)+ feedback positivo(capacidade de auto-organização do sistema)= + possibilidades para o individuo se auto-organizar.
Assim ao encerrar este resumão eu me pergunto: Será que dentro do novo paradigma (ele é processo adaptativo com fase de estabilização e fase de adaptação????) fornecendo freqüências reduzidas de CR o aprendiz chegará a estabilização? Será que depende muito o Desenvolvimento Motor de sujeito??? Outra questão que gostaria que entrasse em pauta de discussão é quanto as tarefas a serem utilizadas, qual a capacidade de generalização dos resultados com pesquisas utilizando uma determinada tarefa, ou PMG com suas varias versões ????
Bom acho que era isso, desculpa me estender muito mas é que fico empolgada.
Bjs"
Comentário da Lú
"Gé começando a discussão do capitulo com o Titulo:
FREQÜÊNCIA DE CONHECIMENTO DE RESULTADO E APRENDIZAGEM MOTORA: LINHAS ATUAIS DE PESQUISA E PERSPECTIVAS. (Suzete Chiviacowsky, Fonte: TANI, Go. Comportamento Motor: aprendizagem e desenvolvimento. Primeiramente gostaria de parabenizar a autora deste capitulo, pois a leitura deste é bastante didática e de fácil compreensão. O que possibilita, principalmente para aqueles iniciantes na linha de pesquisa da Aprendizagem Motora (AM) compreenderem bem o conteúdo do mesmo.
A autora inicia o cap. abordando um pouco da linha de pesquisa da AM e quando fala sobre os fatores que a afetam evidencia o que abordará no desenrolar do cap.. Este é, o famoso “FEEDBACK”, o qual a meu ver é de extrema importância e tenho muita afinidade e curiosidade de o estudar.
Em seguida ocorre a diferenciação do que é Conhecimento de Resultado (CR) e Conhecimento de Performance (CP). Ambos são tipos de feedback e o que os diferencia é o momento de apresentação. Enquanto o CR diz respeito à informação fornecida sobre a resposta do movimento, o CP diz respeito ao padrão de movimento.
Neste momento me surgiu uma duvida, qual será o melhor, o CR ou o CP? Acredito que isto deve ter muito a ver com o tipo de tarefa e as demais variáveis manipuladas, no entanto gostaria de alguma ajuda de alguém mais entendido no assunto.
Posteriormente a autora comenta que o CR é uma variável que serve como fator motivacional, orienta a uma resposta apropriada do movimento e etc. Por isso este é importante na aprendizagem.
No próximo subtítulo o assunto são as linhas de pesquisas atuais sobre o CR. O resultado encontrado em alguns estudos é de que, ao contrário do que se acreditava antigamente, grupos com freqüências de CR menores durante a aquisição são apresentam melhores resultados em testes de retenção e transferência do que os grupos com freqüências maiores de CR na aquisição. Uma das explicações é de que freqüências aumentadas geram dependência no aprendiz e quando os indivíduos são submetidos a testes em que o CR não é fornecido eles não conseguem realizar a tarefa tão bem quanto o outro grupo com freqüências reduzidas.
É importante analisar que estes estudos se preocuparam apenas em testar uma habilidade. No entanto, testando o PMG, que diz respeito a classe de movimentos, os resultados também são favoráveis a freqüências diminuídas de CR.
Quando falamos em estudos que investigaram diferentes PMG na mesma tarefa relacionando com a interferência contextual (prática randômica) também freqüências menores de CR foram mais positivas. Resumindo, freqüências menores de CR foram benéficas em todos os tipos apresentação de tarefas.
O próximo subtítulo fala sobre outra forma de apresentar o CR que á faixa de amplitude. Pode ser uma freqüência reduzida e decrescente ou uma freqüência aumentada. De acordo com os estudos citados, a maioria encontrou resultados favoráveis a fornecimento de freqüências reduzidas de CR, uma vez que isto possibilita ao aprendiz não ficar dependente do que o experimentador tem a informar.
Quanto ao CR decrescente estudos ainda não confirmam a sua eficácia, sendo que a idéia de fornecer mais feedback no início da aprendizagem e à medida que acontece a pratica se reduz o fornecimento de CR por mim é bastante aceita. Uma duvida que fica é será que não encontraram resultados conclusivos pois foram utilizadas tarefas experimentais com pouca validade ecológica? Porque penso que se tu tem mais tempo para deixar o aprendiz praticar talvez de certo reduzir o fornecimento de CR, será????
Outra freqüência de CR é o CR sumário que de acordo com a autora possui um efeito bastante positivo. Eu não tenho muito a falar sobre ele, pois não lembro se já li algum artigo que o utilizava. Alguém pode contribuir?
O seguinte é o CR Médio, o qual muitos estudos não mostram beneficio de se utilizar.
Em seguida temos o CR auto-controlado, o qual acredito ser o melhor. Uma vez que o aprendiz só solicita CR quando acha necessário. A grande questão é saber se o individuo sabe quando necessita de CR. Estudos mostram que em adultos é benéfico se utilizar deste tipo de CR, porém os resultados com crianças já não são tão conclusivos quanto a seu beneficio.
O subtítulo seguinte fala das hipóteses explicativas do beneficio do CR (Hipótese da especificidade ou similaridade, da Instabilidade ou Maladaptive short-term corretions, da orientação ou guidance hypothesis), sendo a que a mais aceita é a Hipótese da orientação que defende que freqüências aumentadas de CR geram dependência no aprendiz.
Em seguida são apresentadas duas perspectivas de pesquisa futuras, uma diz respeito àquelas que seguirão a pesquisa dentro do paradigma vigente tentando utilizar tarefas mais complexas, uma vez que a maioria dos estudos utiliza tarefas simples. E a outra é utilizando o novo paradigma, isto é das Ciências da complexidade (Sistemas dinâmicos), que considera fatores de acaso, desordem, incerteza e instabilidade além de defender a ação mutua durante a aquisição de habilidades motoras do feedback negativo e do positivo. Assim perturbação (instabilidade)+Feedback negativo(neutralizados)+ feedback positivo(capacidade de auto-organização do sistema)= + possibilidades para o individuo se auto-organizar.
Assim ao encerrar este resumão eu me pergunto: Será que dentro do novo paradigma (ele é processo adaptativo com fase de estabilização e fase de adaptação????) fornecendo freqüências reduzidas de CR o aprendiz chegará a estabilização? Será que depende muito o Desenvolvimento Motor de sujeito??? Outra questão que gostaria que entrasse em pauta de discussão é quanto as tarefas a serem utilizadas, qual a capacidade de generalização dos resultados com pesquisas utilizando uma determinada tarefa, ou PMG com suas varias versões ????
Bom acho que era isso, desculpa me estender muito mas é que fico empolgada.
Bjs"
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Solidariedade...
Galera, quero prestar a minha solidariedade aos amigos colorados pelo momento difícil pelo qual vosso time está passando, momento este que foi agravado após o "fiasco" de ontem a noite. Não percam a esperança...
Há alguns dias,momentos após o GREnal, escrevi em um certo blog, o qual cito muito aqui, para defender o meu time. Neste blog, a minha fala foi definida como um "chororô de gremista". Eu, defendi o meu time com argumentos, já os colorados dificilmente farão, pois não os tem. "Caíram de pau" em cima de mim, agora faço questão de ouvi-los.
E o caminho da Libertadores o Grêmio conhece bem, já o Inter....
Abraço forte
Angélica
Há alguns dias,momentos após o GREnal, escrevi em um certo blog, o qual cito muito aqui, para defender o meu time. Neste blog, a minha fala foi definida como um "chororô de gremista". Eu, defendi o meu time com argumentos, já os colorados dificilmente farão, pois não os tem. "Caíram de pau" em cima de mim, agora faço questão de ouvi-los.
E o caminho da Libertadores o Grêmio conhece bem, já o Inter....
Abraço forte
Angélica
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Carnaval...
O Carnaval na cidade com maior índice de consumo de álcool no Estado (Caibaté) e na cidade com maior índice de consumo de maconha (Cerro Largo) em proporção ao número de habitantes, iniciou-se ontem. Os QGs, que muito fizeram parte da minha juventude, estão "bombando" em todos os sentidos. Muita música, galera animada cantando, fazendo coisas as quais se permitem apenas no carnaval, muita cerveja e drogas. Aqui, nesta região, as pessoas dão um sentido diferente ao carnaval que outras regiões, e só hoje sou capaz de perceber isso. Aqui, o carnaval não se caracteriza por alegria, cores, samba, etc. e sim, se caracteriza por muita bebida, drogas, coma alcoólico e QGs. Caracterização esta que, hoje, não me agrada mais, e sim, me preocupa. Em 2009, usarei o carnaval para fazer projetos para buscar financiamentos, e claro, para encaminhar a minha dissertação... Participarei somente do carnaval infantil para levar a Alícia.
Bom galera, bom carnaval a todos.
Não bebem muito... deixam que eu bebo por vocês.
Abraço
Angélica
Bom galera, bom carnaval a todos.
Não bebem muito... deixam que eu bebo por vocês.
Abraço
Angélica
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Sugestão para discussão!
Galera, conforme sugestão da Lú, iniciaremos mais uma discussão de textos acadêmicos.
O texto da vez é o Capítulo da Suzete do livro organizado pelo Go. (aquele livro verde)Sempre falo, e não me canso de falar: este capítulo é foda. Lú, tu podes iniciar a discussão? Pois estou escrevendo a dissertação. Inclusive podemos sugerir a autora uma 2ª edição do capítulo.
Boa leitura
Abraço
Angélica
O texto da vez é o Capítulo da Suzete do livro organizado pelo Go. (aquele livro verde)Sempre falo, e não me canso de falar: este capítulo é foda. Lú, tu podes iniciar a discussão? Pois estou escrevendo a dissertação. Inclusive podemos sugerir a autora uma 2ª edição do capítulo.
Boa leitura
Abraço
Angélica
Carnaval Gaudério das Missões
Texto roubado do blog da Marluci, quase jornalista e conterrânea. Valeu Marluci!
O Bugre do Caaró que fala no texto é Caibateense.
"Enquanto todo o país se prepara para quatro dias de folia, uma pequena cidade no interior do Estado conta os dias para a realização do seu tradicional tiro de laço. É a época em que os abadás dão lugar às bombachas e as marchinhas às músicas nativistas. Pirapó, localizada na região das Missões, realiza de 20 a 22 de fevereiro a 4ª edição do Rodeio Crioulo e 3º Entoar da Música Gaúcha, no Parque Municipal de Exposições e Rodeios. Entre as provas campeiras estão o tiro de laço em duplas, tiro de laço individual, pai e filho, veterano, feminino, mirim, vaca gorda, rédeas masculino e feminino, estafeta, gineteada em cavalos e bois e pealo.
Na primeira força em duplas de sete a 10 armadas, os laçadores estarão disputando no laço uma moto zero-quilômetro e troféu. Na segunda força em duplas de cinco e seis armadas a disputa é por R$ 1 mil e troféu. Já na terceira força em duplas (de três a quatro armadas) a disputa é por R$ 500 mais troféu.
E o Rodeio também terá programação artística e cultural. O 3º entoar da Música Gaúcha, contará com tertúlia e concurso de trova e gaita. E à noite, acontecem as atrações musicais: no dia 20, o show ficará por conta de Regis Marques e Grupo Rodeio, no dia 21, Bugre do Caaró e Grupo Sete Povos, e no encerramento, dia 22, show com João Maciel e Peraque.
E para aqueles que desejarem acampar, o Parque Municipal de Exposições dispõe de toda a infraestrutura necessária. O Rodeio é uma promoção da Prefeitura Municipal com a Associação dos Tradicionalistas de Pirapó (ATP)."
O Bugre do Caaró que fala no texto é Caibateense.
"Enquanto todo o país se prepara para quatro dias de folia, uma pequena cidade no interior do Estado conta os dias para a realização do seu tradicional tiro de laço. É a época em que os abadás dão lugar às bombachas e as marchinhas às músicas nativistas. Pirapó, localizada na região das Missões, realiza de 20 a 22 de fevereiro a 4ª edição do Rodeio Crioulo e 3º Entoar da Música Gaúcha, no Parque Municipal de Exposições e Rodeios. Entre as provas campeiras estão o tiro de laço em duplas, tiro de laço individual, pai e filho, veterano, feminino, mirim, vaca gorda, rédeas masculino e feminino, estafeta, gineteada em cavalos e bois e pealo.
Na primeira força em duplas de sete a 10 armadas, os laçadores estarão disputando no laço uma moto zero-quilômetro e troféu. Na segunda força em duplas de cinco e seis armadas a disputa é por R$ 1 mil e troféu. Já na terceira força em duplas (de três a quatro armadas) a disputa é por R$ 500 mais troféu.
E o Rodeio também terá programação artística e cultural. O 3º entoar da Música Gaúcha, contará com tertúlia e concurso de trova e gaita. E à noite, acontecem as atrações musicais: no dia 20, o show ficará por conta de Regis Marques e Grupo Rodeio, no dia 21, Bugre do Caaró e Grupo Sete Povos, e no encerramento, dia 22, show com João Maciel e Peraque.
E para aqueles que desejarem acampar, o Parque Municipal de Exposições dispõe de toda a infraestrutura necessária. O Rodeio é uma promoção da Prefeitura Municipal com a Associação dos Tradicionalistas de Pirapó (ATP)."
Gostei dessa...
Lendo a coluna de Elio Gaspary do jornal Correio do Povo encontrei essa frase, pronunciada por um aliado da Governadora Yeda: "A Yeda é um trator manobrando delicadamente para tirar um elefante, que fumou crack, de uma loja de cristais"
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
...E a vida e o blog continuam...
Após um dia de muito trabalho, de conversas com pessoas e de dissertação, o blog volta ao ar, mais firme, forte e polêmico do que nunca! Nossas discussões, troca de ideias e vontade de aprender continuam. E para recomeçar falando de coisas boas vou postar algumas fotos de um dia de integração no Hotel Fazenda Três Cascatas na cidade de Santo Cristo - RS.
Neste foto, estão os poucos "Valentes Paraguaios", como diria o prof. Flávio, da família Medianeira que resistiram a trilha.
Neste foto, estão os poucos "Valentes Paraguaios", como diria o prof. Flávio, da família Medianeira que resistiram a trilha.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O blog será excluído em 24 horas
Queridos amigos, em especial aos que freqüentam e participam das belas discussões aqui travadas, é com o coração partido que lhes comunico que, devido à desconfortos, o blog será excluído em um prazo de 24 horas. Aos que desejarem salvar algumas importantes considerações, discussões e ricos comentários acerca de artigos da AM o façam rapidamente (eu vou fazer). Muito obrigada a todos que de alguma forma ou outra compartilhava das nossas ideias e discussões, em especial a minha grande amiga e parceira Lú. Lú nossas discussões não vão parar jamais, porém agora não iremos socializar com outras pessoas. Enfim, obrigada as mais de 220 visualizações em dois meses. Já estava viciada neste nosso querido e aconchegante espaço.
Forte abraço a todos
Fiquem bem
E não esqueçam de Mandar Bala sempre!
Angélica Kaefer
Forte abraço a todos
Fiquem bem
E não esqueçam de Mandar Bala sempre!
Angélica Kaefer
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Só para "encher o nosso balde"
Galera o PEC está imitando o blog do Lacom. Na página do curso virtual, a coordenadora do programa sugere um artigo e estipula um prazo para leitura e comentários. Todos devem comentar para conseguir o certificado. Realmente, os "fodas" devem ser imitados.
Beijos
Angélica
Beijos
Angélica
Semana à 100000000 pelo Brasil!!!
Neste momento acaba minha semana a 10000000 pelo Brasil!!! E, neste momento digo, foi difícil mas "valeu a pena eee, valeu a pena eee". Naquela segunda-feira, quando postei falando que estava de saco cheio, pensei que não iria sobreviver, mas aí, na hora me lembrei de um post da minha amiga Manu, inclusive que reproduzí aqui, e pensei exatamente igual: "Eu, exausta??? De saco cheio??? Cansada??? Não, não pode ser. Não posso permitir isso. Embora sei que não sou, naquela hora pensei: "sou foda, não posso deixar me abater por tão pouco". Deu certo, valeu a pena,aprendi muito e plantei muito, espero colher em breve. Hoje estou aqui, novamente junto da minha família, em especial da minha filha que é a razão da minha luta diária.
Agora inicia-se o meu findi de dissertação... e a luta continua.
Queridos, beijos a vocês!
Lú estou com saudade de tu!
Ah, depois que terminar o mei findi de dissertação postarei algumas fotos lindas dessa minha semana a 1000000 pelo Brasil
Angélica
Agora inicia-se o meu findi de dissertação... e a luta continua.
Queridos, beijos a vocês!
Lú estou com saudade de tu!
Ah, depois que terminar o mei findi de dissertação postarei algumas fotos lindas dessa minha semana a 1000000 pelo Brasil
Angélica
Continuando a conversa iniciada nos "comentários"!
Galera, Lú, quem coordena o Programa de Educação Continuada no meu Colégio é uma Profa. Doutora que também coordena o curso de Pedagogia de uma Universidade aqui da Região das Missões e também é Vice-diretora da escola. Durante a Jornada Pedagógica, mais especificamente quando eu estava apresentando alguns pontos fortes e fracos do Ensino Médio na escola, surgiu uma discussão.Vou explicar detalhadamente. O Ir. Diretor da escola (um casca grossa) realizou uma pesquisa investigando quais eram os fatores que levaram ao êxito da escola em 2008 (primeiro lugar em conhecimento). Apareceram várias categorias (se quiserem mando o artigo para vocês, achei bem interessante). Em alguns depoimentos, os alunos disseram que um dos fatores determinantes era a qualidade dos professores da escola, que eles tinham segurança total com relação aos conteúdos e eram bons professores. No entanto, apesar de reconhecer a qualidade dos professores, eles não querem ser isso. Eles não admiram a profissão professor. Eles não olham para o professor e pensam "isso era tudo que queria ser". Não é como eu, que quando olho para minha orientadora penso: "Bah, um dia vou ser igual" (otimista eu). Voltando a discussão, quando ressaltei isso, de eles não valorizarem a nossa profissão, todos concordaram, porém essa profa. Dra. colocou uma coisa que é muito real: "Para revertermos esse quadro temos que primeiro nós mesmos valorizarmos a nossa profissão. O que mais falamos é: professor ganha pouco, professor é pobre". Como eu estava com a palavra, apresentando, concordei imediatamente com ela, até porque ela é meio foda, e ela quem nos orienta nos nossos textos e pesquisas. E ainda falei para a professorada: "É isso mesmo, temos que bater no peito e dizer: eu sou professor sim". Aí surgiu um burburinho na sala, neste momento aproveitei e falei bem baixinho, só os mais próximos ouviram: " Temos que bater no peito e dizer: eu sou foda" Essa DRa., que era a mais próxima deu risada e gostou, só ficou um pouco vermelha. Acho que ela achou estranho. Mas daqui uns dias chego lá...
O fato é que nós temos que parar de denigrir a nossa profissão. Se queremos nos tornar docentes universitários então, nem se fala... Como vamos formar professores se nós mesmos falamos que é ruim ser professor?
Forte abraço galera do bem
Gé
O fato é que nós temos que parar de denigrir a nossa profissão. Se queremos nos tornar docentes universitários então, nem se fala... Como vamos formar professores se nós mesmos falamos que é ruim ser professor?
Forte abraço galera do bem
Gé
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Como é bom ser professor!!!
Galera, hoje, rapidamente, quero lhes falar de quanto é bom ser professor. É muito bom. As aulas ainda não começaram, mas os alunos já estão em movimentação, os professores novos já estão trabalhando na escola. Vários alunos já vieram me procurar para falar do entusiasmo de ter uma professsora nova. Sou "a professora nova de EF". Eles vem felizes e cheios de espectativas, falam: " A Sra. que é a professora nova?" Querem saber tudo... ÉR muito bom.
Beijos
Gé
Beijos
Gé
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Programa de Educação Continuada (PEC)
Galera, a rede La Salle tem um PEC, que é um curso oficial de formação continuada para os professores. Hoje a tarde falamos debatemos sobre isso. Achei o programa e a iniciativa da Rede La Salle interessantíssimo. Esse programa tem encontros o ano todo e "obriga" os professores a produzir para publicar. O que me admirou foi o fato da escola cobrar publicação, os professores precisam publicar e a escola dá a oportunidade para tal. Neste PEC os professores fazem pesquisas que venham a contribuir para a prática docente. Já tenho um cap. de livro para escrever... achei isso legal. A coordenadora já me cobrou: "Tens que fazer pesquisas aqui com nós, com nossos alunos". Respondi: "Com o maior prazer"...
Beijos e não esqueçam de mandar bala
Angélica
Beijos e não esqueçam de mandar bala
Angélica
Jornada Pedagógica
Galera, hoje pela manhã, durante a Jornada Pedagógica de um dos meus locais de trabalho, ou seja, da escola que mencionei a pouco em um post, fizemos seminários sobre os níveis de ensino. Os grupos de professores de cada nível organizava um seminário referente ao seu nível após algumas leituras e discussões. Como tenho um hábito de não conseguir me calar, de dar opinião e encaminhar as coisa, organizei a apresentação no power point do meu nível que é o Ensino Médio, mas não iria apresentar, seria um outro professor...Mas acabou "sobrando" para mim. Aí na hora de apresentar, vários professores e a coordenação me olharam com uma cara de pena e falaram: "Coitadinha, recem chegou na escola e já tem que apresentar seminários". Mal sabiam eles que é o que mais gosto de fazer. No meio da discussão quase saiu o meu primeiro "foda" enquanto professora do colégio. A discussão tomou um rumo que tinha que dizer que o grupo de profissionais era foda, mas eu não sabia como falar isso, aí traduzi para o seguinte: "Vamos encher o nosso balde um pouco, nós somos sim e temos que dizer que somos o grupo de profissionais mais qualificado da Região das Missões e Alto Uruguai, isso é fato." Todos bateram palmas, ficaram alegres... Mas na verdade eu queria dizer: "Somos foda", mas infelizmente, por sermos uma instituição religiosa não dá... Mas não consegui segurar um putaquepariu...quase fui demitida.
Beijos
Angélica
Beijos
Angélica
Balde cheio!!
Ontem assisti a uma palestra onde o palestrante disse: "Quanto mais enchemos os baldes dos outros, mais o nosso se enche". Ou seja, quanto mais compartilhamos conhecimentos com outras pessoas, mais aprendemos. E uma coisa é certa, se enchermos o balde de outra pessoa, o nosso não se esvazia, muito pelo contrário, se enche.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Trabalho...lugar lindo
"Deu pra ti, baixo astral, vou pra Porto Alegre, tchau"
Meus amigos, me desculpem pelo mau humor momentâneo do último post. Na verdade foi uma forma de expressar o meu cansaço após um dia estressante. Não postei nem respondi emails ontem pois passei o dia em um lugar lindo... à trabalho. Estive no Hotel Fazenda Três Cascatas, interior do município de Santo Cristo - RS. Passamos o dia com os colegas do Colégio La Salle Medianeira, colégio este que obteve primeiro lugar em vários critérios de avaliação de toda Rede La Salle de ensino. Nos preparamos, durante o dia de ontem, para o ano letivo de 2009, ou seja, nos preparamos para qualidade máxima de ensino, melhores resultados e maiores níves de aprovação nos vestibulares. Obviamente, no final da tarde, curtimos a beleza do local, as piscinas e os lagos. Eu curti os brinquedos... Mas o mais interessante de tudo, na minha opinião, não foi o local onde realizamos o trabalho, e sim as pessoas, o grupo de trabalho. Como caí de para-quedas nesse grupo, não estava me sentindo totalmente à vontade no começo, fiquei mais observando como as pessoas se comportavam. Cara, quando chegamos a parte mais festiva dos trabalhos, fiquei admirada... Como a escola é super tradicional, séria, cobra resultados e o grupo docente é o mais qualificado das regiões das Missões e Alto-Uruguai, eu esperava que nem se cogitaria a palavra cerveja, tanto é que fui a última a começar a beber, estava com um pouco de medo. Todos bebendo, alegres desde o Ir. José Inácio (uma figura) de 70 e poucos anos até o Ir. César (guri novo, diretor e sério). Moral da estória, reforcei a minha convicção de que teremos muito mais sucesso e alcançaremos muito mais resultados positivos quando trabalhamos em grupo, somos unidos e solidários uns com os outros, isso é a "minha outra família". Quem olha de fora, acha que essa família é cheia de estrelas, mas na verdade é cheia de "formigas" que trabalham muito, onde todos são iguais. Postarei fotos deste dia.
Beijos a todos
Angélica
Meus amigos, me desculpem pelo mau humor momentâneo do último post. Na verdade foi uma forma de expressar o meu cansaço após um dia estressante. Não postei nem respondi emails ontem pois passei o dia em um lugar lindo... à trabalho. Estive no Hotel Fazenda Três Cascatas, interior do município de Santo Cristo - RS. Passamos o dia com os colegas do Colégio La Salle Medianeira, colégio este que obteve primeiro lugar em vários critérios de avaliação de toda Rede La Salle de ensino. Nos preparamos, durante o dia de ontem, para o ano letivo de 2009, ou seja, nos preparamos para qualidade máxima de ensino, melhores resultados e maiores níves de aprovação nos vestibulares. Obviamente, no final da tarde, curtimos a beleza do local, as piscinas e os lagos. Eu curti os brinquedos... Mas o mais interessante de tudo, na minha opinião, não foi o local onde realizamos o trabalho, e sim as pessoas, o grupo de trabalho. Como caí de para-quedas nesse grupo, não estava me sentindo totalmente à vontade no começo, fiquei mais observando como as pessoas se comportavam. Cara, quando chegamos a parte mais festiva dos trabalhos, fiquei admirada... Como a escola é super tradicional, séria, cobra resultados e o grupo docente é o mais qualificado das regiões das Missões e Alto-Uruguai, eu esperava que nem se cogitaria a palavra cerveja, tanto é que fui a última a começar a beber, estava com um pouco de medo. Todos bebendo, alegres desde o Ir. José Inácio (uma figura) de 70 e poucos anos até o Ir. César (guri novo, diretor e sério). Moral da estória, reforcei a minha convicção de que teremos muito mais sucesso e alcançaremos muito mais resultados positivos quando trabalhamos em grupo, somos unidos e solidários uns com os outros, isso é a "minha outra família". Quem olha de fora, acha que essa família é cheia de estrelas, mas na verdade é cheia de "formigas" que trabalham muito, onde todos são iguais. Postarei fotos deste dia.
Beijos a todos
Angélica
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
"Finjo ter paciência" Lenine
Me desculpem, mas termino meu primeiro dia da semana "a 1000000000 pelo Brasil" de saco cheio... Por ora, nem os post da Manu me salvam, nem as músicas de Nando Reis, Wander e Los Piojos que escuto no blog dela. Mas fico na esperança que amanhã será outro dia e estarei com o ânimo renovado e, que chegarei no sábado de noite (quando a minha semana acabar) pensando na música que foi lembrada aqui no blog pela Lú: "Valeu a pena eeee, valeu a pena eeee..."
Abraço
Angélica
Abraço
Angélica
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Mandando Bala...sempre!
Estava cá refletindo sobre o que aconteceu comigo na última semana, e sobre o que acontecerá nesta vindoura... Dei uma olhada no blog da querida amiga Manuela, e justamente ela havia postado sobre os últimos dias dela, difíceis, cheio de mudanças... semelhante aos meus. Não consegui me calar, tive que falar à ela sobre a Teoria do Caos e da Complexidade e isso me fez muito bem... só de falar já me recarregou o "38" (iria falar pilha ou bateria, mas aí me lembrei que "mando bala"), também, claro, de ler o post dela, que sempre me faz ver de outro ângulo. Essa próxima semana minha, vai ser a 100000000000 pelo Brasilll, mas o bom é que também estou a 1000000000000000 pelo Brasilll. Espero chegar no final com um bom saldo positivo. Contarei a vocês tudo...
Iria falar sobre o Grenal, mas já falei no blog acima referido e não quero voltar à este assunto, é coisa do passado.
Vou reproduzir aqui um pedaço do post da Manu:
"...Aí me lembrei dos dois anjos que se foram... Da força que tinham, que demonstravam, como vibravam frente aos desafios tão maiores que os meus. Eu? Me entregando??? Admitindo a exaustão??? Não... O calor só pode estar fritando o meu cérebro e me tirando a razão. Tudo vai ficar bem porque... só a luta muda a vida. E nós, todos nós, temos dentro do peito uma força estranha."
Sobre o Grenal escrevi isso no mesmo blog:
"Índia Velha, me desculpa, mas não consegui entender como este jogo consegue melhorar o astral de algum colorado. O Grêmio dominou o jogo, o Inter teve uma chance de gol e fez 2, o Simon roubou para o Inter descarado, até arremesso de lateral... Mas até te entendo, esse jogo realmente era importante para o teu Inter, já para o meu Grêmio... Nós estamos na Libertadores, e sabe como é né... Me desculpa. (hehehe)
Angélica"
Galera, boa semana de trabalho para todos, em especial para aqueles que estão debruçados sobre as dissertações. Mandem bala, sem dó nem piedade!
Beijo enorme desta velha parceira
Angélica
Iria falar sobre o Grenal, mas já falei no blog acima referido e não quero voltar à este assunto, é coisa do passado.
Vou reproduzir aqui um pedaço do post da Manu:
"...Aí me lembrei dos dois anjos que se foram... Da força que tinham, que demonstravam, como vibravam frente aos desafios tão maiores que os meus. Eu? Me entregando??? Admitindo a exaustão??? Não... O calor só pode estar fritando o meu cérebro e me tirando a razão. Tudo vai ficar bem porque... só a luta muda a vida. E nós, todos nós, temos dentro do peito uma força estranha."
Sobre o Grenal escrevi isso no mesmo blog:
"Índia Velha, me desculpa, mas não consegui entender como este jogo consegue melhorar o astral de algum colorado. O Grêmio dominou o jogo, o Inter teve uma chance de gol e fez 2, o Simon roubou para o Inter descarado, até arremesso de lateral... Mas até te entendo, esse jogo realmente era importante para o teu Inter, já para o meu Grêmio... Nós estamos na Libertadores, e sabe como é né... Me desculpa. (hehehe)
Angélica"
Galera, boa semana de trabalho para todos, em especial para aqueles que estão debruçados sobre as dissertações. Mandem bala, sem dó nem piedade!
Beijo enorme desta velha parceira
Angélica
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Diego e Taci!!!
Esses são meus amigos Pelotenses que estão, agora, morando em Caibaté. Ontem à noite, após essa semana que já falei pra vocês, estava satisfeita mas cansada. E, para relembrarmos os bons tempos de estudante e de Pelotas, nos juntamos para tomar cerveja e assistirmos ao jogo do nosso querido xavante. Adivinham qual foi o principal assunto? Estórias de Pelotas, Serginho, Mara, Moicano, Cruz de Malta, etc. Foi muito bom. Que pena que o nosso xavante não conseguiu vencer.
Um outro assunto que surgiu: A Taci falou: "Acho que o Planeta Atlântida não está mais 'aquela' coisa, como era há alguns anos atrás, a galera só falava em ir para o Planeta e agora nem ouvi falar..." Aí eu respondi: "Não Taci, o Planeta está cada vez maior. É nós que estamos ficando velha, amiga. O que acontece é que não é mais a nossa geração que vai ao Planeta e sim a gurizada nova. Agora, nós cuidamos da casa, dos filhos, do nosso trabalho... não vamos mais ao Planeta." É assim que a vida anda.
Taci e Diego são amigos que se formaram em Odonto na UFPEL em 2008 e agora estão trabalhando em Caibaté. Tomaremos muitas geladas e falaremos muito de Pelotas ainda. É muito bom tê-los aqui.
Angélica
Um outro assunto que surgiu: A Taci falou: "Acho que o Planeta Atlântida não está mais 'aquela' coisa, como era há alguns anos atrás, a galera só falava em ir para o Planeta e agora nem ouvi falar..." Aí eu respondi: "Não Taci, o Planeta está cada vez maior. É nós que estamos ficando velha, amiga. O que acontece é que não é mais a nossa geração que vai ao Planeta e sim a gurizada nova. Agora, nós cuidamos da casa, dos filhos, do nosso trabalho... não vamos mais ao Planeta." É assim que a vida anda.
Taci e Diego são amigos que se formaram em Odonto na UFPEL em 2008 e agora estão trabalhando em Caibaté. Tomaremos muitas geladas e falaremos muito de Pelotas ainda. É muito bom tê-los aqui.
Angélica
Dissertação
Esta semana que está findando, foi uma semana especialmente perturbada e cheia, muitas novidades repentinas, muitos compromissos, dúvidas e conflitos e até choro. Pensam bem, até domingo último ainda morava em Pelotas... Hoje, fazendo uma avaliação da semana, penso que foi uma das mais produtivas da minha vida, estou feliz, vivi intensamente, aprendi muito. Mas, o que mais me deixou feliz, foi a escrita da discussão da nossa dissertação (minha e da nossa Dra.). Foi uma escrita extremamente prazeroso, e muito diferente de alguns meses atrás, quando sentava para escrever com artigos de um lado, livros de outro e muito stress. Ontem, sentei para escrever, eu e meu computador e as coisas fluíram, como se eu estivesse trocando uma idéia com alguém. Quando iria fazer referência à algum autor, não precisava procurar em artigos ou em livros, estava tudo na cabeça. Me senti grande. Uma sensação muito boa, sonhei muito com isso. Nessa hora que agradeço ao meu vício de ler, nessa hora que valorizamos as horas dispensadas para a leitura e percebemos o quão vale a pena. Mas tem uma coisa que já está me fazendo muita, mas muita falta... alguns minutos de conversa com a minha queridíssima e Ilustre orientadora... Mas vamos lá, temos muito à fazer. Não podemos esquecer: temos que mandar bala sempre.
Beijão
Angélica
Beijão
Angélica
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
A Esquerda gaúcha está de luto!!!
Há dois dias atrás faleceu Pietro, filho do Dep. Federal Beto Albuquerque. Beto é um dos políticos, não só da esquerda, mas de todo Brasil mais admiráveis. Honesto, trabalhador. Tenho uma postura política que me permite respeitar todas as opiniões e compartilhar das quais acredito serem coerentes e corretas. O que mais me chamou a atenção no Beto foi o fato de na última eleição municipal de Porto Alegre, quando defendia a candidatura da Dep. Manuela, estar presente em todos os momentos da campanha, sempre ajudando e motivando o pessoal, ao mesmo tempo que acompanhava seu filho no árduo tratamento de saúde, uma verdadeira luta...
Hoje, faleceu o Dep. Federal Adão Pretto do PT. Adão foi um grande soldado na luta por sua gente. Há 20 anos atrás, quando a Fazendo Annoni foi invadida, ele estava nesta batalha. Ele foi um assentado que tornou-se um Dep. Federal por 5 mandatos para continuar defendendo o seu povo. Não vamos discutir aqui se a Reforma Agrária é uma luta justa ou não, o fato é, que ele foi um grande guerreiro. Defendeu e ajudou o seu povo. Admiro pessoas que lutam, independente do lado que estejam.
Abraço amigos
Angélica
Hoje, faleceu o Dep. Federal Adão Pretto do PT. Adão foi um grande soldado na luta por sua gente. Há 20 anos atrás, quando a Fazendo Annoni foi invadida, ele estava nesta batalha. Ele foi um assentado que tornou-se um Dep. Federal por 5 mandatos para continuar defendendo o seu povo. Não vamos discutir aqui se a Reforma Agrária é uma luta justa ou não, o fato é, que ele foi um grande guerreiro. Defendeu e ajudou o seu povo. Admiro pessoas que lutam, independente do lado que estejam.
Abraço amigos
Angélica
Achei demais...
A Manuela D´Ávila em seu blog, sugeriu um livro para leitura ("Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios" de Marçal Aquino)e citou alguns trechos do livro. Um desses trechos eu achei demais, me imaginei nesse mundo. Abaixo vai o trecho:
"Faço parte de uma ínfima minoria, integrada por monges trapistas, alguns matemáticos, noviças abobadas e uns poucos artistas, gente conservada na calda da mansidão à custa de poesia ou barbitúricos. Um clube de dementes de categorias variadas, malucos de diversos calibres. Gente esquisita, que vive alheia nas frestas da realidade."
Beijos a todos
Saudades
Angélica
"Faço parte de uma ínfima minoria, integrada por monges trapistas, alguns matemáticos, noviças abobadas e uns poucos artistas, gente conservada na calda da mansidão à custa de poesia ou barbitúricos. Um clube de dementes de categorias variadas, malucos de diversos calibres. Gente esquisita, que vive alheia nas frestas da realidade."
Beijos a todos
Saudades
Angélica
Teoria do Caos
Hoje, saudosa, me lembrei de uma "troca de idéias" que tive com a Lú nas dependências do nosso queridíssimo Lacom, sobre a Teoria do Caos e da Complexidade. Neste momento estas meta teorias se aplicam perfeitamente à minha vida. Espero que (essa é pra ti Lú) meu sistema de auto-regulação seja tão forte quanto a perturbação por mim sofrida e eu consiga subir em nível de complexidade. Com o coração partido informo aos Senhores que não estou mais morando em Pelotas, cidade que levarei para sempre no coração. Atualmente estou morando na cidade de Cerro Largo - RS, a cidade mais linda da Região das Missões. Em breve falarei mais sobre Cerro Largo. Lú, as discussões continuam, pelo menos, assim espero.
Beijos
Angélica
Beijos
Angélica
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
O Haver
Galera, hoje tive um dia muito cansativo e extenuante. Estava me sentindo cansada, meio perdida, aí entrei no blog da Manuela e ela havia postado esta poesia... achei linda, me fez tão bem. Compartilho com vocês, é de Vinicius de Moraes.
Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
Essa intimidade perfeita com o silêncio
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo
– Perdoai-os! porque eles não têm culpa de ter nascido...
Resta esse antigo respeito pela noite, esse falar baixo
Essa mão que tateia antes de ter, esse medo
De ferir tocando, essa forte mão de homem
Cheia de mansidão para com tudo quanto existe.
Resta essa imobilidade, essa economia de gestos
Essa inércia cada vez maior diante do Infinito
Essa gagueira infantil de quem quer exprimir o inexprimível
Essa irredutível recusa à poesia não vivida.
Resta essa comunhão com os sons, esse sentimento
Da matéria em repouso, essa angústia da simultaneidade
Do tempo, essa lenta decomposição poética
Em busca de uma só vida, uma só morte, um só Vinicius.
Resta esse coração queimando como um círio
Numa catedral em ruínas, essa tristeza
Diante do cotidiano; ou essa súbita alegria
Ao ouvir passos na noite que se perdem sem história...
Resta essa vontade de chorar diante da beleza
Essa cólera em face da injustiça e do mal-entendido
Essa imensa piedade de si mesmo, essa imensa
Piedade de si mesmo e de sua força inútil.
Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado
De pequenos absurdos, essa capacidade
De rir à toa, esse ridículo desejo de ser útil
E essa coragem para comprometer-se sem necessidade.
Resta essa distração, essa disponibilidade, essa vagueza
De quem sabe que tudo já foi como será no vir-a-ser
E ao mesmo tempo essa vontade de servir, essa
Contemporaneidade com o amanhã dos que não tiveram ontem nem hoje.
Resta essa faculdade incoercível de sonhar
De transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade
De aceitá-la tal como é, e essa visão
Ampla dos acontecimentos, e essa impressionante
E desnecessária presciência, e essa memória anterior
De mundos inexistentes, e esse heroísmo
Estático, e essa pequenina luz indecifrável
A que às vezes os poetas dão o nome de esperança.
Resta esse desejo de sentir-se igual a todos
De refletir-se em olhares sem curiosidade e sem memória
Resta essa pobreza intrínseca, essa vaidade
De não querer ser príncipe senão do seu reino.
Resta esse diálogo cotidiano com a morte, essa curiosidade
Pelo momento a vir, quando, apressada
Ela virá me entreabrir a porta como uma velha amante
Mas recuará em véus ao ver-me junto à bem-amada...
Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto
Esse eterno levantar-se depois de cada queda
Essa busca de equilíbrio no fio da navalha
Essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo
Infantil de ter pequenas coragens.
Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
Essa intimidade perfeita com o silêncio
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo
– Perdoai-os! porque eles não têm culpa de ter nascido...
Resta esse antigo respeito pela noite, esse falar baixo
Essa mão que tateia antes de ter, esse medo
De ferir tocando, essa forte mão de homem
Cheia de mansidão para com tudo quanto existe.
Resta essa imobilidade, essa economia de gestos
Essa inércia cada vez maior diante do Infinito
Essa gagueira infantil de quem quer exprimir o inexprimível
Essa irredutível recusa à poesia não vivida.
Resta essa comunhão com os sons, esse sentimento
Da matéria em repouso, essa angústia da simultaneidade
Do tempo, essa lenta decomposição poética
Em busca de uma só vida, uma só morte, um só Vinicius.
Resta esse coração queimando como um círio
Numa catedral em ruínas, essa tristeza
Diante do cotidiano; ou essa súbita alegria
Ao ouvir passos na noite que se perdem sem história...
Resta essa vontade de chorar diante da beleza
Essa cólera em face da injustiça e do mal-entendido
Essa imensa piedade de si mesmo, essa imensa
Piedade de si mesmo e de sua força inútil.
Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado
De pequenos absurdos, essa capacidade
De rir à toa, esse ridículo desejo de ser útil
E essa coragem para comprometer-se sem necessidade.
Resta essa distração, essa disponibilidade, essa vagueza
De quem sabe que tudo já foi como será no vir-a-ser
E ao mesmo tempo essa vontade de servir, essa
Contemporaneidade com o amanhã dos que não tiveram ontem nem hoje.
Resta essa faculdade incoercível de sonhar
De transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade
De aceitá-la tal como é, e essa visão
Ampla dos acontecimentos, e essa impressionante
E desnecessária presciência, e essa memória anterior
De mundos inexistentes, e esse heroísmo
Estático, e essa pequenina luz indecifrável
A que às vezes os poetas dão o nome de esperança.
Resta esse desejo de sentir-se igual a todos
De refletir-se em olhares sem curiosidade e sem memória
Resta essa pobreza intrínseca, essa vaidade
De não querer ser príncipe senão do seu reino.
Resta esse diálogo cotidiano com a morte, essa curiosidade
Pelo momento a vir, quando, apressada
Ela virá me entreabrir a porta como uma velha amante
Mas recuará em véus ao ver-me junto à bem-amada...
Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto
Esse eterno levantar-se depois de cada queda
Essa busca de equilíbrio no fio da navalha
Essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo
Infantil de ter pequenas coragens.
Sugestão!!!
Galera e Lú, a revista Nova Escola deste mês está demais. Uma reportagem sobre os 50 anos da Revolução Cubana (essa é pra ti Lú) e uma matéria especial para a Educação Física. Sugiro fortemente a leitura. Ler faz bem.
Angélica
Angélica
Inteira
Galera, li essa frase no blog da Manu, e caiu como uma luva pra mim neste momento super confuso da minha vida. Como a Manu falou eu também me sinto sempre inteirasse embora completamente dividida e no meu caso, meio perdida. A Manu pegou do blog da Flávia, a mesma do texto "Pés no chão" recém postado.
"Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira"
(Cecília Meireles)
Angélica
"Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira"
(Cecília Meireles)
Angélica
Pés no chão
Achei este texto maravilhoso, perfeito para mim.
Roubei do blog "O que eu desejo ainda não tem nome" "lmflavia.blogspot.com"
"Desde pequenos nossos pais esperam ansiosos pelos nossos primeiros passos. Mal conseguimos dar dois passos antes de cairmos novamente e já é aquela festa.
Aí o tempo passa, os anos passam e os filhos resolvem dar seus primeiros passos sozinhos. Ótimo? Que nada, a proteção dos pais, a luta deles para que as crias não sofram, acaba por sufocar e retardar esses passos. A independência parcial tão sonhada por alguns, é sempre adiada, é sempre indesejada.
Incoerência? As mesmas pessoas que esperam um ano pelos primeiros passos, passam anos a fio tentando nos deter em seus braços, em sua manta protetora. Debaixo das asas de nossos pais nada de ruim nos acontece. Eles seguram nossas mãos e resolvem. Às vezes até deixam que a gente acredite que nós resolvemos...
Como filhos, o que mais queremos não é isso. Queremos arrumar encrencas e resolvê-las. Queremos amar, e sofrer com a falta de reciprocidade. Queremos tomar todas, e sentir a ressaca. Queremos dar murros em ponta de faca, e curar nossos cortes. Mal sabemos que a tal obediência que nos cobram é sinal de proteção. Mal sabemos que as rédeas curtas são para que as quedas sejam ensinamentos, mas que não machuquem tanto.
O que todo filho quer e não tem é a liberdade. Liberdade na medida exata. E os pais são responsáveis por isso. Se libertam demais, podem arcar com as conseqüências. Se nos amam demais e sufocam, também. Se são desleixados ou demonstram pouco interesse são culpados. Pobres pais... E mesmo assim eles nos amam!
Só que, cedo ou tarde, cada um tem que seguir seu caminho. Cada um de nós tem que sair da sombra de papai e mamãe e aprender com a vida, com os amigos. Temos que ir em busca de cada conquista. Temos que aprender a caminhar com nossas pernas e saber levantar a cada tombo. Saber comemorar cada vitória. Saber vibrar, amar, viver. Tudo longe.
E nessa história toda, nossos amigos são fundamentais. Com eles saímos aos poucos do casulo. Com eles aprendemos a andar com um pé lá e outro cá. Com eles sofremos nossas mais fortes emoções. Os primeiros: beijo, amor, decepção, pileque... E o bom é saber dosar cada uma dessas partes tão importantes e fundamentais de nossas vidas.
Meus amigos, aqueles que me fazem acreditar que tenho pra onde me atirar, me ensinaram uma das mais importantes lições: não andar com os pés no chão. Ms meus pais me ensinaram a andar com os dois pés nos chão. Me ensinaram que posso sonhar e que posso correr pra eles a qualquer hora. E com isso me deram força o suficiente para ir longe, para buscar o que mais sonho."
Roubei do blog "O que eu desejo ainda não tem nome" "lmflavia.blogspot.com"
"Desde pequenos nossos pais esperam ansiosos pelos nossos primeiros passos. Mal conseguimos dar dois passos antes de cairmos novamente e já é aquela festa.
Aí o tempo passa, os anos passam e os filhos resolvem dar seus primeiros passos sozinhos. Ótimo? Que nada, a proteção dos pais, a luta deles para que as crias não sofram, acaba por sufocar e retardar esses passos. A independência parcial tão sonhada por alguns, é sempre adiada, é sempre indesejada.
Incoerência? As mesmas pessoas que esperam um ano pelos primeiros passos, passam anos a fio tentando nos deter em seus braços, em sua manta protetora. Debaixo das asas de nossos pais nada de ruim nos acontece. Eles seguram nossas mãos e resolvem. Às vezes até deixam que a gente acredite que nós resolvemos...
Como filhos, o que mais queremos não é isso. Queremos arrumar encrencas e resolvê-las. Queremos amar, e sofrer com a falta de reciprocidade. Queremos tomar todas, e sentir a ressaca. Queremos dar murros em ponta de faca, e curar nossos cortes. Mal sabemos que a tal obediência que nos cobram é sinal de proteção. Mal sabemos que as rédeas curtas são para que as quedas sejam ensinamentos, mas que não machuquem tanto.
O que todo filho quer e não tem é a liberdade. Liberdade na medida exata. E os pais são responsáveis por isso. Se libertam demais, podem arcar com as conseqüências. Se nos amam demais e sufocam, também. Se são desleixados ou demonstram pouco interesse são culpados. Pobres pais... E mesmo assim eles nos amam!
Só que, cedo ou tarde, cada um tem que seguir seu caminho. Cada um de nós tem que sair da sombra de papai e mamãe e aprender com a vida, com os amigos. Temos que ir em busca de cada conquista. Temos que aprender a caminhar com nossas pernas e saber levantar a cada tombo. Saber comemorar cada vitória. Saber vibrar, amar, viver. Tudo longe.
E nessa história toda, nossos amigos são fundamentais. Com eles saímos aos poucos do casulo. Com eles aprendemos a andar com um pé lá e outro cá. Com eles sofremos nossas mais fortes emoções. Os primeiros: beijo, amor, decepção, pileque... E o bom é saber dosar cada uma dessas partes tão importantes e fundamentais de nossas vidas.
Meus amigos, aqueles que me fazem acreditar que tenho pra onde me atirar, me ensinaram uma das mais importantes lições: não andar com os pés no chão. Ms meus pais me ensinaram a andar com os dois pés nos chão. Me ensinaram que posso sonhar e que posso correr pra eles a qualquer hora. E com isso me deram força o suficiente para ir longe, para buscar o que mais sonho."
Bagunça
Galera, ainda não deu tempo para falar sobre a "bagunça" da minha vida, aliás ainda não almocei. Só quero falar a vocês meu dia de hoje. Estive nas cidades de Santo Ângelo e Santa Rosa. Em Santa Rosa estive em uma reunião do SESI juntamente com mais 10 colegas profissionais de Educação Física. Desta reunião o que ficou evidente para mim é a forma como, em geral, os profissionais de Educação Física se expressam, falam. Na minha opinião, exageram na informalidade... Não é uma crítica e sim para refletirmos.
Outra coisa: acho que minha sina é ficar dividida entre uma coisa e outra... não sei até quando vou aguentar isso.
Beijos
Angélica
Outra coisa: acho que minha sina é ficar dividida entre uma coisa e outra... não sei até quando vou aguentar isso.
Beijos
Angélica
PARABÉNS BLOG DO LACOM
Galera, hoje o blog está completando dois meses de vida, com bons debates, trocas de ideias e simples devaneios. De quebra temos mais de 180 visualizações.
Angélica
Angélica
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Brasil, Brasil, Brasil...
Hoje é uma noite especial para o nosso querido Brasil, noite de recomeço e superação. Apesar da distância estarei junto com outros Pelotenses torcendo para que dê tudo certo. Força e garra xavante.
Logo conto pra vocês sobre a "bagunça" que está minha vida.
Beijão
Logo conto pra vocês sobre a "bagunça" que está minha vida.
Beijão
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Momento difícil!
Galera, neste exato momento estou vivendo um momento dificílimo da minha vida, não sei o que faço, não sei mais o que é certo e o que é errado, o que devo fazer... E o pior de tudo é que o tempo não pára para que possamos refletir, pensar... Lú, por enquanto, passo a bola pra ti.
Beijos
Beijos
Discussão do artigo do GO
Galera, eu já havia publicado este post anteriormente, mas retorno para a discussão.
“Abordagem desenvolvimentista: 20 anos depois”
GO Tani
Em primeiro lugar, quero dizer-lhes que, na minha humilde opinião, este artigo é fantástico. A maneira como foi escrito, é ímpar. Para quem acha que deve haver sentimento, emoção, convicções na escrita, aí está, sem perder o caráter científico. Este é um artigo de leitura agradável, que permite que paramos em alguns momentos e “viajamos” para outros lugares. Acredito eu, que isso se deve ao fato de o autor estar seguro de suas ideias, tranquilo nas convicções e estar escrevendo de maneira “alegre”. Me permito imaginar que talvez o autor o tivesse escrito nas férias, na praia... “Pode não parecer, mas escrevo sobre essas passagens de espírito desarmado, alma descontraída, mente até entretida...” pág.9. Isso me faz pensar: Que bom que esse Ilmo. Sr. realiza pesquisa e faz parte da área do Comportamento Motor. As outras áreas, que morram de inveja, hehehe.
Também tenho fazer um parêntesis e dizer-lhes que em um dos meus últimos dias de 2008 em Pelotas me encontrei com alguns queridos amigos (Lú, não podes faltar no próximo encontro) no antigo bar do Jara, para trocar ideias, construir conhecimento na mesa de um bar e compartilhar geladas, foi uma noite muito produtiva nestes três aspectos. Uma das pessoas presentes já faz parte da nossa linha de pesquisa, a querida amiga Flavinha, aliás, seja muito bem-vinda. Bom, neste dia travamos uma bela discussão sobre a AD. Eram 5 da manhã e praticamente berrávamos, cada um defendendo o seu lado querendo convencer o outro a mudar de opinião. O fato é que ninguém mudou de opinião. A discussão terminou com a seguinte frase da amiga e grande parceira Priscila, a Pri: “Angélica, não podemos priorizar o aspecto motor... Depois que tu deres aula numa escola, voltamos a discutir.” Alguém que já tenha dado aula em escola pode me explicar o porque desta afirmação? Tive que calar a boca. Ah, mas acho que deixei o Gabriel com uma pulga atrás da orelha.
Quanto o artigo, algo que me chamou bastante a atenção foi que o autor o escreveu em primeira pessoa, o que vem de encontro à escrita científica, mas que, em contrapartida torna mais agradável a sua leitura. Escrita muito parecida com a de jornalistas.
O quê me ocorreu durante a leitura foi a inevitável relação deste artigo com o recente episódio Jairo Jorge/Busatto X PT. Ocorreu isso pra vocês também?
Quanto ao conteúdo do artigo, da minha parte não há muito a discutir, pois sou adepta da AD, concordo em todos os seus aspectos e ainda, tenho uma postura político-ideológica que favorece essa concordância. Mas não posso deixar de mencionar alguns aspectos que me chamaram a atenção, que se salientaram durante esta agradável e inquietante leitura. Para mim, Angélica, este artigo traz muito mais que uma discussão científica. Este artigo vem explicitar, mesmo, talvez, sem querer, a postura de quem realmente (me desculpem pelo termo, mas não consigo achar outro que seja sinônimo) é FODA. Explicita que Fulano não é Fulano por mera obra do acaso.
A hermenêutica nos diz que, para realmente entendermos e interpretarmos um texto temos que conhecer o seu autor, ou seja, saber de onde ele vem, de onde ele está falando, qual foi a escola que o formou. Assim, me parece que, muitas críticas são oriundas de pessoas que não refletiram sobre a origem da área de investigação de seus autores, ou seja, comportamento motor, que não pode ser negado ser o objeto do nosso trabalho, do dia-a-dia do professor que não tem o privilégio de ocupar um espaço em uma Universidade e sim ocupa um espaço no pátio de uma escola. Além disso, foi de extrema importância o autor ter colocado a diferenciação entre Abordagem e Diretrizes.
O subtítulo 3.1 “AD: da hegemonia e pluralidade”, de maneira muito especial me deixou extremamente feliz, sorrindo pra mim mesma. A maior transformação na minha maneira de pensar e agir e a maior aprendizagem nos últimos tempos foi essa “abertura para novas idéias e propostas” que o autor fala neste subtítulo, onde também ressalta a valorização da pluralidade, de uma postura visionária. Hoje tenho extrema convicção que a pluralidade de idéias é possível na prática sim, quando as pessoas estão desprovidas de interesses menores. Tenho procurado pessoas que sei que pensam e agem de maneira diferente, vocês não imaginam o quanto aprendemos com isso.
Combater ideias simplesmente porque estão “no outro lado”, não é agradável e faz parte do passado. Passado este que não deveria ter existido. Não podemos mais admitir a ideia do “anti” e do “a favor”.
No início da página 10 o autor fala o seguinte: “Ela (abordagem histórico-crítica) vê a pesquisa com intrinsecamente política e, portanto, inevitavelmente ligada à questão de poder...” Amigos, neste momento lhes pergunto: Será que a pesquisa resistiria se ela estivesse inevitavelmente ligada à questão de poder, se ela fosse intrinsecamente política? Vocês se lembram do Gabriel, de 24 anos, e da Natalie de Jaguarão que vivem há um ano na Base Brasileira na Antártica que citei aqui no blog há alguns dias atrás, inclusive como exemplo para nós? Será que eles ficariam um ano pesquisando e estudando lá, levando em consideração as dificuldades que é viver lá (segundo as informações passadas pela parlamentar Manuela que esteve lá), por simples questões de poder? Amigos, eu tenho certeza que não. Falei para um grupo de alunos, escrevi em dois blogs e agora falarei pra vocês: Na minha opinião, ser pesquisador é se apaixonar a cada dia pela sua atividade, pelo seu objeto de estudo.
Uma pergunta que me faço: Será que, se esse livro fosse lançado nos dias de hoje, sofreria as mesmas críticas? Fazendo uma analogia com o recente episódio Jairo Jorge/Busatto X PT, acho que sim.
Bom acho que já falei demais, agora quero ouvir a opinião de vocês, tanto as favoráveis quanto as não tão favoráveis assim (para não dizer contra).
Quero fechar o meu comentário, e não poderia ser diferente, com uma célebre passagem do artigo: “Olhando para o futuro, entendo que seria construtivo se as diferentes abordagens da EFE – as já propostas e as serem propostas – reconhecessem a importância da pluralidade, incorporassem o princípio da complementaridade e, sobretudo, adotassem uma postura de HUMILDADE.” Pág. 13.
Espero ter contribuído
Forte abraço a todos
Angélica
“Abordagem desenvolvimentista: 20 anos depois”
GO Tani
Em primeiro lugar, quero dizer-lhes que, na minha humilde opinião, este artigo é fantástico. A maneira como foi escrito, é ímpar. Para quem acha que deve haver sentimento, emoção, convicções na escrita, aí está, sem perder o caráter científico. Este é um artigo de leitura agradável, que permite que paramos em alguns momentos e “viajamos” para outros lugares. Acredito eu, que isso se deve ao fato de o autor estar seguro de suas ideias, tranquilo nas convicções e estar escrevendo de maneira “alegre”. Me permito imaginar que talvez o autor o tivesse escrito nas férias, na praia... “Pode não parecer, mas escrevo sobre essas passagens de espírito desarmado, alma descontraída, mente até entretida...” pág.9. Isso me faz pensar: Que bom que esse Ilmo. Sr. realiza pesquisa e faz parte da área do Comportamento Motor. As outras áreas, que morram de inveja, hehehe.
Também tenho fazer um parêntesis e dizer-lhes que em um dos meus últimos dias de 2008 em Pelotas me encontrei com alguns queridos amigos (Lú, não podes faltar no próximo encontro) no antigo bar do Jara, para trocar ideias, construir conhecimento na mesa de um bar e compartilhar geladas, foi uma noite muito produtiva nestes três aspectos. Uma das pessoas presentes já faz parte da nossa linha de pesquisa, a querida amiga Flavinha, aliás, seja muito bem-vinda. Bom, neste dia travamos uma bela discussão sobre a AD. Eram 5 da manhã e praticamente berrávamos, cada um defendendo o seu lado querendo convencer o outro a mudar de opinião. O fato é que ninguém mudou de opinião. A discussão terminou com a seguinte frase da amiga e grande parceira Priscila, a Pri: “Angélica, não podemos priorizar o aspecto motor... Depois que tu deres aula numa escola, voltamos a discutir.” Alguém que já tenha dado aula em escola pode me explicar o porque desta afirmação? Tive que calar a boca. Ah, mas acho que deixei o Gabriel com uma pulga atrás da orelha.
Quanto o artigo, algo que me chamou bastante a atenção foi que o autor o escreveu em primeira pessoa, o que vem de encontro à escrita científica, mas que, em contrapartida torna mais agradável a sua leitura. Escrita muito parecida com a de jornalistas.
O quê me ocorreu durante a leitura foi a inevitável relação deste artigo com o recente episódio Jairo Jorge/Busatto X PT. Ocorreu isso pra vocês também?
Quanto ao conteúdo do artigo, da minha parte não há muito a discutir, pois sou adepta da AD, concordo em todos os seus aspectos e ainda, tenho uma postura político-ideológica que favorece essa concordância. Mas não posso deixar de mencionar alguns aspectos que me chamaram a atenção, que se salientaram durante esta agradável e inquietante leitura. Para mim, Angélica, este artigo traz muito mais que uma discussão científica. Este artigo vem explicitar, mesmo, talvez, sem querer, a postura de quem realmente (me desculpem pelo termo, mas não consigo achar outro que seja sinônimo) é FODA. Explicita que Fulano não é Fulano por mera obra do acaso.
A hermenêutica nos diz que, para realmente entendermos e interpretarmos um texto temos que conhecer o seu autor, ou seja, saber de onde ele vem, de onde ele está falando, qual foi a escola que o formou. Assim, me parece que, muitas críticas são oriundas de pessoas que não refletiram sobre a origem da área de investigação de seus autores, ou seja, comportamento motor, que não pode ser negado ser o objeto do nosso trabalho, do dia-a-dia do professor que não tem o privilégio de ocupar um espaço em uma Universidade e sim ocupa um espaço no pátio de uma escola. Além disso, foi de extrema importância o autor ter colocado a diferenciação entre Abordagem e Diretrizes.
O subtítulo 3.1 “AD: da hegemonia e pluralidade”, de maneira muito especial me deixou extremamente feliz, sorrindo pra mim mesma. A maior transformação na minha maneira de pensar e agir e a maior aprendizagem nos últimos tempos foi essa “abertura para novas idéias e propostas” que o autor fala neste subtítulo, onde também ressalta a valorização da pluralidade, de uma postura visionária. Hoje tenho extrema convicção que a pluralidade de idéias é possível na prática sim, quando as pessoas estão desprovidas de interesses menores. Tenho procurado pessoas que sei que pensam e agem de maneira diferente, vocês não imaginam o quanto aprendemos com isso.
Combater ideias simplesmente porque estão “no outro lado”, não é agradável e faz parte do passado. Passado este que não deveria ter existido. Não podemos mais admitir a ideia do “anti” e do “a favor”.
No início da página 10 o autor fala o seguinte: “Ela (abordagem histórico-crítica) vê a pesquisa com intrinsecamente política e, portanto, inevitavelmente ligada à questão de poder...” Amigos, neste momento lhes pergunto: Será que a pesquisa resistiria se ela estivesse inevitavelmente ligada à questão de poder, se ela fosse intrinsecamente política? Vocês se lembram do Gabriel, de 24 anos, e da Natalie de Jaguarão que vivem há um ano na Base Brasileira na Antártica que citei aqui no blog há alguns dias atrás, inclusive como exemplo para nós? Será que eles ficariam um ano pesquisando e estudando lá, levando em consideração as dificuldades que é viver lá (segundo as informações passadas pela parlamentar Manuela que esteve lá), por simples questões de poder? Amigos, eu tenho certeza que não. Falei para um grupo de alunos, escrevi em dois blogs e agora falarei pra vocês: Na minha opinião, ser pesquisador é se apaixonar a cada dia pela sua atividade, pelo seu objeto de estudo.
Uma pergunta que me faço: Será que, se esse livro fosse lançado nos dias de hoje, sofreria as mesmas críticas? Fazendo uma analogia com o recente episódio Jairo Jorge/Busatto X PT, acho que sim.
Bom acho que já falei demais, agora quero ouvir a opinião de vocês, tanto as favoráveis quanto as não tão favoráveis assim (para não dizer contra).
Quero fechar o meu comentário, e não poderia ser diferente, com uma célebre passagem do artigo: “Olhando para o futuro, entendo que seria construtivo se as diferentes abordagens da EFE – as já propostas e as serem propostas – reconhecessem a importância da pluralidade, incorporassem o princípio da complementaridade e, sobretudo, adotassem uma postura de HUMILDADE.” Pág. 13.
Espero ter contribuído
Forte abraço a todos
Angélica
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