Galera abaixo vai a minha reflexão sobre o cap. 2 com o titulo: Aprendizagem Motora: tendências, perspectivas e problemas de investigação de autoria do Go tani Primeiramente quero salientar que a leitura do capítulo é muito importante como a Gé colocou ao propor a discussão. Porque ela é capaz de fornecer um breve panorama do que aconteceu até os dias de hoje com a nossa querida e amada área de estudo da Aprendizagem Motora. Ao iniciar a leitura já me motivou o fato de o autor, mais conhecido como nosso Guru da AM o Go, falar sobre ciência e suas mudanças. Pelo que pude interpretar a ciência e feita de dicotomias e de várias ideias que nada mais são do que a evolução do conhecimento. Ao meu entender, as ideias são pontos de vistas que muitas vezes são diferentes, mas que se pararmos para pensar e entender as defesas que as acompanham pode-se acrescentar algo que outra ideia não possui. Outra questão levantada foi quanto a evolução da ciência que se faz através do surgimento de novas teorias sobre o mesmo assunto em debate. Por exemplo, em AM, a questão da teoria do circuito aberto e do circuito fechado que hoje se sabe que a teoria do esquema veio para conciliar as duas. Outra dicotomia existente na área é quanto à teoria da ação, centrada na interação do individuo com o ambiente, e a teoria motora. Sendo que Paillard (1986) diz que estas são complementares. Assim, acho o legal da ciência a sua evolução a partir destas idéias divergentes, pois este é um fator para mim motivante. Gostei também ao decorrer da leitura e análise do capítulo quanto as fases que o estudo em AM passou. Por exemplo, inicialmente os pesquisadores estudavam a aprendizagem baseada no produto (AOT), com base inicialmente na corrente teórica do Behaviorismo e posteriormente no Cognitivismo. Atualmente as pesquisas já são planejadas com a aprendizagem baseada no processo (AOP), que iniciou tendo referência a abordagem do processamento de informação. Após estas discussões veio a tona a abordagem dos sistemas dinâmicos(= abordagem ecológica) que era contra aos ideias da abordagem do processamento de informação, o que já existe indícios de aproximação de ambas. Ou seja, isso tudo é a evolução da ciência que nunca, mais nunca, vai parar e nem pode. Outros problemas de investigação na área de AM foram colocados, como a questão da consistência e da variabilidade e a forma de explicar este fenômeno que faz com que nós possamos repetir o mesmo movimento com certa variabilidade devido ao problema dos graus de liberdade. E também a questão da equivalência motora, isto é, alcançar uma meta ou objetivo por meio de diferentes movimentos. Acredito que estes são nortes que não deixam que um pesquisador deixe de ter vontade e animo para pesquisar e estar sempre atualizado com as novas perspectivas surgidas na ciência. Um ponto que gostei muito foi no momento que o autor coloca que a técnica é uma restrição ao movimento, mas que não é um problema real, uma vez que a técnica é um meio de se chegar a alcançar e resolver um problema. Um vez que, depois que o indivíduo aprendeu a técnica de forma correta ele poderá diversificar o movimento dependendo da demanda do momento. Esta para mim é uma justificativa que precisava quando algumas pessoas vêm me dizer e me questionar de porque devemos ensinar determinado movimento de tal forma se nem sabemos se esta é a forma mais correta para executarmos. Em seguida, também é abordado a respeito da ciência emergente ( isso é o Maximo) em que prevalece a complexidade, o caos, a variabilidade... como desejarem chamar, mas que nada mais é do que o fim da estabilidade como meta final da aprendizagem. É o que podemos denominar do nosso Processo adaptativo de estudo na AM, em que a aprendizagem passa por um período de estabilização e outro de adaptação, o que configura a instabilidade-estabilidade-instabilidade. Este é uns dos assuntos que mais gosto de falar e que pretendo seguir estudos com ele. Por fim, um trecho que merece minha citação, pois esclarece muito das angustias que já passei por querer levar tudo que pesquiso para a prática é de que a pesquisa básica é importante a fim de “... desenvolver um corpo de conhecimento orientado a teoria que possibilite explicar como ocorre a aquisição de habilidades motoras e prever acerca desse fenômeno.”(p. 29). Já a pesquisa aplica tem a função de “... produzir conhecimento de aplicação prática para a solução de problemas do mundo real” (p.29). Por isso que tudo é perfeito, com o trabalho coletivo de ambas tudo se interliga e faz sentido. Finalizando este breve relato, achei de grande valia a leitura e com certeza a discussão futura, para sabermos um pouco do que é nosso objetivo de investigação e ficarmos sabendo que a ciência tende só a evoluir e nós junto dela e dessa forma produzirmos mais conhecimento, mais duvidas, mais dicotomias, mais saber..., ou seja, uma instabilidade, uma estabilidade seguida de mais instabilidade e assim por diante, num processo complexo, dinâmico, que do caos teremos varias soluções e mais duvidas. Perfeito isso.!!!!!!!!! Valeu galera Espero novas idéias e correções do que falei. bjao
Fala Galera!!! Blz? Em primeiro lugar: valeu Lú por compartilhar conosco essa discussão, pelo belo comentário, denso e simples ao mesmo tempo. Isto é muito bom. Vou construir o meu comentário por meio de questões que me inquietam, me “tiram do lugar”. Já fiz uma breve apresentação do texto quando o sugeri para discussão. Este capítulo é o 2º da minha preferência deste livro, antecedido pelo capítulo da Ilustre Dra. O sugeri pelo fato de ele versar, de maneira agradável e breve, sobre a conjuntura da nossa área e também temas e problemas de investigação recorrentes. A leitura e discussão do mesmo me fizeram muito bem psicologicamente.
O autor coloca a “dicotomização de posições teóricas” como um problema recorrente na nossa área. Na minha opinião, essa dicotomização está muito longe de ser um problema. Como diz a profe Eliane, acho isso “lindo, muito lindo” e não só isso, também é muito importante para o crescimento da área, esse embate traz crescimento e aprofundamento. Na verdade, esse confronto de “teorias rivais” nada mais é do que uma renovação de antigas ideias. Uma posição teórica nasce porque existe outra que está defasada. A tendência é a complementaridade entre ambas. Um exemplo claro e real disso são as teorias de circuito fechado e circuito aberto. Saliento como importante esse embate, porém ele não pode se dar de maneira truculenta, ele deve proporcionar o crescimento da área e não há necessidade de vencedores e perdedores. Apenas a área deve sair vencedora. Quanto a dicotomia Teoria Motora x Teoria da Ação não me aventuro a tecer maiores comentários devido a falta de conhecimento adequado. Porém me coloco do lado da Teoria Motora. E, no momento, considerando o meu desconhecimento, concordo inteiramente com Schmidt (1988 a): “Se a negação de qualquer tipo de representação central for mantida pelos proponentes da teoria da Ação, há poucas possibilidades de uma reconciliação” Está evidente que as duas teorias estão repensando algumas questões, mas me faço a mesma pergunta feita pelo autor do texto, o Dr. Go: “...seria a reconciliação realmente necessária e interessante?” Com a leitura deste texto, pensei em me propor a estudar um pouco a questão deste embate. Se alguém quiser parceria para isso, estou aqui. Outra questão que desejo comentar com vocês, é a importância de, embora estudamos Aprendizagem Motora, buscarmos conhecer os campos do Controle Motor e Desenvolvimento Motor. Sempre que posso leio um artigo de Controle e Desenvolvimento, até podemos discutir aqui, se for do interesse de vocês. Isso nos ajuda a elucidar outras questões dentro da própria Aprendizagem. Alguns pontos os quais havia feito anotações, não vou comentar pois a Lú já o fez... Essa não posso deixar passar em branco: Estudos com Feedback o autor só citou Chiviacowsky. Aqui o negócio é foda... Quanto a limitação do modelo de equilíbrio e os mecanismos de Feedback Negativo e Feedback Positivo também não tenho um grande conhecimento, aliás Lú, acho que nós podemos dar uma forçada neste ponto. Sou parceira! Tento evitar o máximo possível a discussão Pesquisa Básica x Pesquisa Aplicada, pois ela é desgastante e dificilmente proveitosa da maneira como normalmente é conduzida. Várias vezes a Profª Mariângela me chamou para essa discussão, e como ela está fazendo parte da nossa Linha de Pesquisa do Mestrado, creio que esta discussão será recorrente. A minha opinião com relação a esse tema é que as coisas vão caminhando naturalmente, seguem um processo e o mais oportuno, no momento é, fazermos uso de “Ensino-Aprendizagem de Habilidades motoras” Sou eleitora fiel desse caminho, pois se constitui os primeiros passos em direção a redução da distância entre teoria e prática. Nesse sentido nós (galera do Lacom, acadêmicos) temos um papel importante. Podemos começar com a divulgação do nosso trabalho, das nossas pesquisas, das pesquisas em aprendizagem motora para a comunidade (professores de Educação Física). O curso ministrado pelo prof. Dr. Cássio no Simpósio foi um passo. Galera, acho que, da minha parte é isso. Espero ter contribuído com a discussão. Fiquem bem Beijos Angélica
Senhores!
Somos o Laboratório de Comportamento Motor da Escola de Educação Física da Universidade Federal de Pelotas. Foi fundado em 1913 pela Ilma. Sra. Dra. Suzete Chiviacowsky Clark que permanece dirigindo as atividades por nós realizadas. Somos um grupo de pesquisa em Aprendizagem Motora. Nossa atenção está voltada ao estudo dos fatores que afetam a aprendizagem de habilidades motoras, em especial, à um destes fatores que é o Feedback. Além disso, somos um laboratório muito foda em termos de produção de conhecimento e publicações, porém, sobretudo, somos uma família. Este espaço é para acadêmicos, assim como nós, apaixonados pelo que estudamos e também para outros acadêmicos. Mas, de maneira muito especial, esse é o espaço da galera, onde todos podem expor suas idéias, trocar idéias, dar pitaco, debater sobre aprendizagem motora de uma maneira informal e descontraída ou até de uma maneira formal. É permitido falar palavrões. Enfim, aqui podemos ser nós mesmos. Espero que curtam. Beijão
3 comentários:
Galera abaixo vai a minha reflexão sobre o cap. 2 com o titulo: Aprendizagem Motora: tendências, perspectivas e problemas de investigação de autoria do Go tani
Primeiramente quero salientar que a leitura do capítulo é muito importante como a Gé colocou ao propor a discussão. Porque ela é capaz de fornecer um breve panorama do que aconteceu até os dias de hoje com a nossa querida e amada área de estudo da Aprendizagem Motora.
Ao iniciar a leitura já me motivou o fato de o autor, mais conhecido como nosso Guru da AM o Go, falar sobre ciência e suas mudanças. Pelo que pude interpretar a ciência e feita de dicotomias e de várias ideias que nada mais são do que a evolução do conhecimento. Ao meu entender, as ideias são pontos de vistas que muitas vezes são diferentes, mas que se pararmos para pensar e entender as defesas que as acompanham pode-se acrescentar algo que outra ideia não possui.
Outra questão levantada foi quanto a evolução da ciência que se faz através do surgimento de novas teorias sobre o mesmo assunto em debate. Por exemplo, em AM, a questão da teoria do circuito aberto e do circuito fechado que hoje se sabe que a teoria do esquema veio para conciliar as duas. Outra dicotomia existente na área é quanto à teoria da ação, centrada na interação do individuo com o ambiente, e a teoria motora. Sendo que Paillard (1986) diz que estas são complementares. Assim, acho o legal da ciência a sua evolução a partir destas idéias divergentes, pois este é um fator para mim motivante.
Gostei também ao decorrer da leitura e análise do capítulo quanto as fases que o estudo em AM passou. Por exemplo, inicialmente os pesquisadores estudavam a aprendizagem baseada no produto (AOT), com base inicialmente na corrente teórica do Behaviorismo e posteriormente no Cognitivismo. Atualmente as pesquisas já são planejadas com a aprendizagem baseada no processo (AOP), que iniciou tendo referência a abordagem do processamento de informação.
Após estas discussões veio a tona a abordagem dos sistemas dinâmicos(= abordagem ecológica) que era contra aos ideias da abordagem do processamento de informação, o que já existe indícios de aproximação de ambas. Ou seja, isso tudo é a evolução da ciência que nunca, mais nunca, vai parar e nem pode.
Outros problemas de investigação na área de AM foram colocados, como a questão da consistência e da variabilidade e a forma de explicar este fenômeno que faz com que nós possamos repetir o mesmo movimento com certa variabilidade devido ao problema dos graus de liberdade. E também a questão da equivalência motora, isto é, alcançar uma meta ou objetivo por meio de diferentes movimentos. Acredito que estes são nortes que não deixam que um pesquisador deixe de ter vontade e animo para pesquisar e estar sempre atualizado com as novas perspectivas surgidas na ciência.
Um ponto que gostei muito foi no momento que o autor coloca que a técnica é uma restrição ao movimento, mas que não é um problema real, uma vez que a técnica é um meio de se chegar a alcançar e resolver um problema. Um vez que, depois que o indivíduo aprendeu a técnica de forma correta ele poderá diversificar o movimento dependendo da demanda do momento. Esta para mim é uma justificativa que precisava quando algumas pessoas vêm me dizer e me questionar de porque devemos ensinar determinado movimento de tal forma se nem sabemos se esta é a forma mais correta para executarmos.
Em seguida, também é abordado a respeito da ciência emergente ( isso é o Maximo) em que prevalece a complexidade, o caos, a variabilidade... como desejarem chamar, mas que nada mais é do que o fim da estabilidade como meta final da aprendizagem. É o que podemos denominar do nosso Processo adaptativo de estudo na AM, em que a aprendizagem passa por um período de estabilização e outro de adaptação, o que configura a instabilidade-estabilidade-instabilidade. Este é uns dos assuntos que mais gosto de falar e que pretendo seguir estudos com ele.
Por fim, um trecho que merece minha citação, pois esclarece muito das angustias que já passei por querer levar tudo que pesquiso para a prática é de que a pesquisa básica é importante a fim de “... desenvolver um corpo de conhecimento orientado a teoria que possibilite explicar como ocorre a aquisição de habilidades motoras e prever acerca desse fenômeno.”(p. 29). Já a pesquisa aplica tem a função de “... produzir conhecimento de aplicação prática para a solução de problemas do mundo real” (p.29). Por isso que tudo é perfeito, com o trabalho coletivo de ambas tudo se interliga e faz sentido.
Finalizando este breve relato, achei de grande valia a leitura e com certeza a discussão futura, para sabermos um pouco do que é nosso objetivo de investigação e ficarmos sabendo que a ciência tende só a evoluir e nós junto dela e dessa forma produzirmos mais conhecimento, mais duvidas, mais dicotomias, mais saber..., ou seja, uma instabilidade, uma estabilidade seguida de mais instabilidade e assim por diante, num processo complexo, dinâmico, que do caos teremos varias soluções e mais duvidas. Perfeito isso.!!!!!!!!!
Valeu galera
Espero novas idéias e correções do que falei.
bjao
Lú, show de bola, guriazinha!
A minha vai em breve...
Fala Galera!!! Blz?
Em primeiro lugar: valeu Lú por compartilhar conosco essa discussão, pelo belo comentário, denso e simples ao mesmo tempo. Isto é muito bom. Vou construir o meu comentário por meio de questões que me inquietam, me “tiram do lugar”.
Já fiz uma breve apresentação do texto quando o sugeri para discussão. Este capítulo é o 2º da minha preferência deste livro, antecedido pelo capítulo da Ilustre Dra. O sugeri pelo fato de ele versar, de maneira agradável e breve, sobre a conjuntura da nossa área e também temas e problemas de investigação recorrentes. A leitura e discussão do mesmo me fizeram muito bem psicologicamente.
O autor coloca a “dicotomização de posições teóricas” como um problema recorrente na nossa área. Na minha opinião, essa dicotomização está muito longe de ser um problema. Como diz a profe Eliane, acho isso “lindo, muito lindo” e não só isso, também é muito importante para o crescimento da área, esse embate traz crescimento e aprofundamento. Na verdade, esse confronto de “teorias rivais” nada mais é do que uma renovação de antigas ideias. Uma posição teórica nasce porque existe outra que está defasada. A tendência é a complementaridade entre ambas. Um exemplo claro e real disso são as teorias de circuito fechado e circuito aberto. Saliento como importante esse embate, porém ele não pode se dar de maneira truculenta, ele deve proporcionar o crescimento da área e não há necessidade de vencedores e perdedores. Apenas a área deve sair vencedora.
Quanto a dicotomia Teoria Motora x Teoria da Ação não me aventuro a tecer maiores comentários devido a falta de conhecimento adequado. Porém me coloco do lado da Teoria Motora. E, no momento, considerando o meu desconhecimento, concordo inteiramente com Schmidt (1988 a): “Se a negação de qualquer tipo de representação central for mantida pelos proponentes da teoria da Ação, há poucas possibilidades de uma reconciliação”
Está evidente que as duas teorias estão repensando algumas questões, mas me faço a mesma pergunta feita pelo autor do texto, o Dr. Go: “...seria a reconciliação realmente necessária e interessante?”
Com a leitura deste texto, pensei em me propor a estudar um pouco a questão deste embate. Se alguém quiser parceria para isso, estou aqui.
Outra questão que desejo comentar com vocês, é a importância de, embora estudamos Aprendizagem Motora, buscarmos conhecer os campos do Controle Motor e Desenvolvimento Motor. Sempre que posso leio um artigo de Controle e Desenvolvimento, até podemos discutir aqui, se for do interesse de vocês. Isso nos ajuda a elucidar outras questões dentro da própria Aprendizagem.
Alguns pontos os quais havia feito anotações, não vou comentar pois a Lú já o fez...
Essa não posso deixar passar em branco: Estudos com Feedback o autor só citou Chiviacowsky. Aqui o negócio é foda...
Quanto a limitação do modelo de equilíbrio e os mecanismos de Feedback Negativo e Feedback Positivo também não tenho um grande conhecimento, aliás Lú, acho que nós podemos dar uma forçada neste ponto. Sou parceira!
Tento evitar o máximo possível a discussão Pesquisa Básica x Pesquisa Aplicada, pois ela é desgastante e dificilmente proveitosa da maneira como normalmente é conduzida. Várias vezes a Profª Mariângela me chamou para essa discussão, e como ela está fazendo parte da nossa Linha de Pesquisa do Mestrado, creio que esta discussão será recorrente. A minha opinião com relação a esse tema é que as coisas vão caminhando naturalmente, seguem um processo e o mais oportuno, no momento é, fazermos uso de “Ensino-Aprendizagem de Habilidades motoras” Sou eleitora fiel desse caminho, pois se constitui os primeiros passos em direção a redução da distância entre teoria e prática.
Nesse sentido nós (galera do Lacom, acadêmicos) temos um papel importante. Podemos começar com a divulgação do nosso trabalho, das nossas pesquisas, das pesquisas em aprendizagem motora para a comunidade (professores de Educação Física). O curso ministrado pelo prof. Dr. Cássio no Simpósio foi um passo.
Galera, acho que, da minha parte é isso.
Espero ter contribuído com a discussão.
Fiquem bem
Beijos
Angélica
Postar um comentário