quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Che Guevara

Galera, o texto abaixo peguei no super blog da amiga e quase jornalista Marluci Stein. Valeu Marluci. Vou colocar abaixo um comentario do amigo Gabriel Souza, presidente da JPMDB-RS e membro do Conselho Nacional de Juventude.


"O lado super polêmico do blog em ação novamente!
Li este texto no site do Gilberto Simões Pires, do PontoCrítico, e achei simplesmente fantástico!
Vale a pena ler para não ficar apenas na versão "idolo" que nos é contada pela mídia.

A mídia brasileira, ainda que de forma nada surpreendente, não economizou espaço para noticiar a passagem do 50º aniversário do regime ditatorial de Cuba. Tal atitude só pode ser explicada como uma enorme paixão nutrida por ditaduras de esquerda.
Esse sentimento apaixonado define a razão para não esclarecer corretamente os leitores, ouvintes e telespectadores, de que o povo cubano não tem liberdade para coisa alguma. Muito menos para ir e vir a qualquer lugar.

Assim como se nega a dar qualquer informação sobre o Foro de São Paulo, a mídia também silencia e não expõe os documentos que provam quantos habitantes da Ilha foram assassinados, com requintes de crueldade, pelos seus líderes sanguinários, Fidel Castro e Che Guevara.

Quem não conhece bem os tipos, e come pela mão da imprensa esquerdista, imagina que são heróis. Comparando as notícias das datas da Revolução Cubana com as datas, por exemplo, da Revolução Chilena, a diferença é, simplesmente, fantástica. Enquanto Fidel Castro e Che Guevara são tratados de Comandante e herói, respectivamente, o líder Pinochet, é sempre lembrado como um ditador e assassino. Curioso, não?

Ambos (Fidel e Pinochet) promoveram mortes. Mas o resultado colhido pelo Chile é impressionante. Enquanto isso, Cuba só comemora miséria em cima de miséria e nenhuma liberdade. De novo: Fidel Castro e Che Guevara, que mataram mais de 200 mil cubanos a sangue frio, são lembrados pela mídia como verdadeiros ídolos. Heróis. Como a mídia, assim como o cinema, mostram verdadeira paixão por ditadores de esquerda, nunca dizem quem é o verdadeiro Che Guevara. Contrariado com esta postura falsa, e permanente, trato de expor uma pequena versão, correta, de quem é o verdadeiro Che Guevara:

Em 14/12/1964, o próprio Che Guevara declarou que o ódio é um fator de luta. É o ódio intransigente ao inimigo que impulsiona além das limitações materiais do ser humano e o converte numa efetiva, violenta e seletiva máquina de matar. Nossos soldados tem que ser assim. Um povo sem ódio não pode triunfar sobre o inimigo.

Che, para quem não sabe, era um aficionado em executar cubanos, postos contra a parede. Essa paixão, que tinha pelo assassínio frio, lhe conferiu o apelido de Carniceiro de La Cabaña (Fortaleza Colonial, de Pedra, convertido em quartel para execuções). Alguém assim pode ser chamado de herói?

Che nunca tratou de ocultar a sua crueldade. Ao contrário, quanto mais algum cubano pedia compaixão, maior crueldade ele mostrava. E fazia questão de mostrar a todos o seu único lado. O lado assassino.



[Grifos meus]"

"Amiga Marluci!

Falar sobre Che Guevara é sempre polêmico, mas, vamos lá admitir que, entre fatos positivos e negativos, entre falácias e mitos, Che foi uma figura histórica super importante e motivo de admiração por milhares de jovens (inclusive eu).

Mas o que me chamou atençao no texto foi que o autor classificou a mídia brasiliera como tendo uma "paixão nutrida por ditaduras de esquerda". Ora, vamos lá de novo, Veja, IstoÉ, Época, Rede Globo, Record não se enquadram nem um pouco nessa "paixao". Acho até, com o perdão da ideologização do comentáro, ela é um tanto de direita.

Um beijo querida, passa lá no meu blog tambem.

Gabriel Souza "

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