Galera, vamos a mais uma discussão de artigo e ideias.
“Abordagem desenvolvimentista: 20 anos depois”
GO Tani
Em primeiro lugar, quero dizer-lhes que, na minha humilde opinião, este artigo é fantástico. A maneira como foi escrito, é ímpar. Para quem acha que deve haver sentimento, emoção, convicções na escrita, aí está, sem perder o caráter científico. Este é um artigo de leitura agradável, que permite que paramos em alguns momentos e “viajamos” para outros lugares. Acredito eu, que isso se deve ao fato de o autor estar seguro de suas ideias, tranquilo nas convicções e estar escrevendo de maneira “alegre”. Me permito imaginar que talvez o autor o tivesse escrito nas férias, na praia... “Pode não parecer, mas escrevo sobre essas passagens de espírito desarmado, alma descontraída, mente até entretida...” pág.9. Isso me faz pensar: Que bom que esse Ilmo. Sr. realiza pesquisa e faz parte da área do Comportamento Motor. As outras áreas, que morram de inveja, hehehe.
Também tenho fazer um parêntesis e dizer-lhes que em um dos meus últimos dias de 2008 em Pelotas me encontrei com alguns queridos amigos (Lú, não podes faltar no próximo encontro) no antigo bar do Jara, para trocar ideias, construir conhecimento na mesa de um bar e compartilhar geladas, foi uma noite muito produtiva nestes três aspectos. Uma das pessoas presentes já faz parte da nossa linha de pesquisa, a querida amiga Flavinha, aliás, seja muito bem-vinda. Bom, neste dia travamos uma bela discussão sobre a AD. Eram 5 da manhã e praticamente berrávamos, cada um defendendo o seu lado querendo convencer o outro a mudar de opinião. O fato é que ninguém mudou de opinião. A discussão terminou com a seguinte frase da amiga e grande parceira Priscila, a Pri: “Angélica, não podemos priorizar o aspecto motor... Depois que tu deres aula numa escola, voltamos a discutir.” Alguém que já tenha dado aula em escola pode me explicar o porque desta afirmação? Tive que calar a boca. Ah, mas acho que deixei o Gabriel com uma pulga atrás da orelha.
Quanto o artigo, algo que me chamou bastante a atenção foi que o autor o escreveu em primeira pessoa, o que vem de encontro à escrita científica, mas que, em contrapartida torna mais agradável a sua leitura. Escrita muito parecida com a de jornalistas.
O quê me ocorreu durante a leitura foi a inevitável relação deste artigo com o recente episódio Jairo Jorge/Busatto X PT. Ocorreu isso pra vocês também?
Galera, por motivos de força maior, terei que seguir em um outro momento...
Até mais
Beijos
Angélica
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